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Startups nascem da ideia de alguém — ou de um grupo de pessoas apaixonadas por resolver um problema real.
Mas transformar essa ideia em uma empresa sólida exige mais do que propósito. Exige estrutura. E uma das primeiras confusões que surgem é essa:

Fundador e sócio são a mesma coisa?

Na prática, não são.

O fundador é quem deu início à operação, pensou o produto, desenvolveu o MVP, correu atrás dos primeiros clientes.
Mas o sócio é quem está formalmente registrado no contrato social ou acordo de quotistas.

E quando essa diferença não é respeitada ou formalizada com clareza, surgem problemas graves:

  • Fundadores que saem sem nunca terem sido oficializados como sócios
    • Sócios que aparecem só no contrato, mas nunca contribuíram com nada
    • Promessas de equity sem vesting
    • Desentendimentos na hora de captar ou pivotar o negócio

Segundo dados da Forbes, 65% dos conflitos internos em startups em estágio inicial envolvem divergências sobre participação societária.

E acredite: isso trava crescimento, assusta investidor e pode até gerar litígios longos e caros.

Como resolver?

  1. Formalize quem é sócio desde o início.
  2. Crie um acordo de sócios com cláusulas claras de entrada, saída e vesting.
  3. Defina critérios objetivos de contribuição e metas para aquisição de participação.
  4. Atualize o cap table com frequência.

No Hartmann Burmeister, orientamos startups em fase de validação e tração para evitar justamente esse tipo de armadilha.
Porque quando o jurídico entra no início, a estrutura resiste ao crescimento.

Sua startup está organizada juridicamente?
Se ainda não tem acordo de sócios ou contrato social bem definido, vale a pena agendar uma conversa com a gente.