Se o MVP é o início de tudo, por que ele ainda é tratado como se não precisasse de estrutura?
Essa é uma das perguntas mais importantes para qualquer founder em estágio inicial.
O MVP (Produto Mínimo Viável) é a primeira versão funcional da sua ideia.
É o momento em que você começa a receber feedbacks reais, validar hipóteses e ganhar tração.
Mas também é o momento em que as falhas jurídicas mais graves são cometidas.
Segundo um estudo da DocSend, 61% dos investidores desistem de rodadas quando percebem problemas societários no cap table da startup.
E mais: dados da Harvard Business Review indicam que cláusulas mal definidas em estágios iniciais são responsáveis por 25% dos litígios entre sócios nos três primeiros anos.
Tudo isso geralmente começa… no MVP.
Na ânsia de validar rápido, muitos founders deixam para “formalizar depois”:
- Sócios entram e saem sem contrato
- Desenvolvedores criam sem assinar NDA
- Código-fonte e marca ficam sem titularidade definida
- Acordos verbais substituem termos estratégicos
Na prática, o MVP vira uma fundação instável.
A estrutura jurídica dessa fase deve ser enxuta, mas precisa ser clara e estratégica.
Isso inclui:
- Acordo de sócios com cláusulas de vesting e cláusulas de saída
- NDA com fornecedores e desenvolvedores
- Cap table estruturado desde o início
- Definição legal da titularidade da marca, domínio e tecnologia
Aqui no Hartmann Burmeister, entendemos que validar com segurança é o primeiro passo para captar com confiança.
Se sua startup está em fase de MVP, a pergunta não é “vale a pena estruturar o jurídico agora?”
A pergunta é: você quer crescer… ou travar?
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