A imagem tradicional do advogado ainda é a mesma em muitos contextos: alguém que aparece quando tudo deu errado.
Na startup, esse modelo não só é ineficaz — é perigoso.
Startups operam em ambientes de alta incerteza, com mudanças rápidas e decisões que podem impactar milhões de reais em poucos meses.
Ignorar o papel do jurídico nesse cenário é como pilotar um foguete com um mapa de papel.
O papel do advogado em startups vai muito além da elaboração de contratos.
Ele atua desde a estruturação societária, passa pela modelagem de produto e proteção de ativos, até a entrada em rodadas de captação, auditorias e M&A.
Segundo um estudo da Startup Genome, 70% das startups que escalam com sucesso têm estrutura jurídica bem definida desde a fase de tração.
Já dados da CB Insights mostram que 18% das startups quebram por conflitos entre sócios — problema que poderia ser evitado com um bom acordo societário e cláusulas de vesting claras.
Na prática, o jurídico impacta diretamente:
- Governança: clareza na tomada de decisões, regras societárias bem definidas.
- Captação: segurança jurídica que aumenta a confiança dos fundos.
- Compliance: proteção contra multas e passivos trabalhistas, fiscais e regulatórios.
- Tecnologia e PI: blindagem da inovação e do core da empresa.
No Hartmann Burmeister, atuamos lado a lado com founders, CTOs e investidores.
Porque nosso papel não é dizer “não pode”.
É mostrar como pode crescer com segurança.
Sua startup já tem um jurídico estratégico ou ainda está no modelo bombeiro?
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