Startups não falam como empresas tradicionais.
E advogados que atendem startups não deveriam escrever como se estivessem em uma petição.
O mercado de inovação exige clareza, agilidade e fluidez. E isso se reflete até na linguagem.
Palavras como Cap Table, Term Sheet, Vesting e Burn Rate não são jargões. São estruturas mentais que moldam decisões jurídicas e empresariais todos os dias.
Segundo a Harvard Business Review, mais de 20% dos litígios societários em startups surgem por contratos mal redigidos — e, principalmente, mal compreendidos.
E mais: estudos da Crunchbase mostram que investidores levam em média 5 a 7 minutos para analisar se uma startup é promissora ou não. Isso inclui o pitch, a clareza do cap table e a forma como a governança está estruturada.
Sabe o que isso significa? Que se você não falar a linguagem do ecossistema, vai ser ignorado antes mesmo de ser entendido.
Na prática, o Startupês serve para construir pontes: entre founders e advisors, entre investidores e startups, entre riscos e proteção. É a tradução técnica de estratégias que precisam funcionar juridicamente — sem burocracia, sem enrolação, sem perda de tempo.
Aqui no Hartmann Burmeister, nosso trabalho começa antes do contrato.
Começa entendendo o vocabulário que move cada fase da jornada de uma startup — da validação ao exit.
E se você quer fazer parte disso com segurança, comece pela base: entenda o que está sendo dito.
Quer saber se sua estrutura atual está compatível com o que o mercado exige?
Agende um diagnóstico jurídico com a gente.
